quarta-feira, 14 de março de 2012

8° Bispo de Garanhuns: DOM TIAGO POSTMA

8° Bispo: DOM TIAGO POSTMA 14/12/1974 a 15/3/1995 Lema: “Que todos sejam um” (João 17,20-21) Governou a Diocese de Garanhuns durante: 20 anos, 3 meses e 1 dia. Nascimento: 3/8/1932 – Amsterdam – Holanda Ordenação Sacerdotal: 23/5/1959 – Catedral de Haarlem – Holanda Eleito Bispo de Garanhuns: 20/6/1974, pelo Papa Paulo VI Sagração e Posse na Diocese de Garanhuns: 14/12/1974 Renúncia ao Governo pastoral da Diocese: 15/3/1995 Falecimento: 8/5/2002 – Recife (como Bispo Emérito de Garanhuns), sepultado na Catedral de Garanhuns. Criou a Paróquia de São José de Capoeiras (1976) Vacante, pela oitava vez, a Diocese, assumiu o Mons Benevenuto Sátiro de Araújo a função de Administrador Diocesano, no dia 16 de março de 1995.

sábado, 10 de março de 2012

GARANHUNS 201 ANOS, A HISTÓRIA MERECE RESPEITO!



GARANHUNS 201 ANOS, A HISTÓRIA MERECE RESPEITO!
10 de março de 2012, você sabe o que comemoramos neste dia? Saberá agora: Garanhuns comemora hoje 201 anos de emancipação política, isso mesmo, terra bicentenária, sem comemorações, sem eventos que marquem esta efeméride. O caso eu conto como ocorreu...
O Julgado de Garanhuns (antiga Capitania do Ararobá, que tinha sede na Vila de Cimbres) foi criado em 1762, com uma área que abrangia trinta mil quilômetros quadrados, como nos informa Alfredo Leite Cavalcanti (História de Garanhuns, pág. 120, Recife – 1983): “Exercendo a jurisdição sobre o território que lhe ficou,  o governo do Julgado de Garanhuns o conservou e com ele passou à categoria de município, por Carta Régia de 10 de março de 1811, pelo que a antiga povoação do Ararobá, então Povoado de Santo Antonio de Garanhuns, foi elevada à categoria de vila, e denominada Vila de Santo Antonio de Garanhuns”.
Aí está o fato inexorável, Garanhuns torna-se município em 1811, instalado em 13 de dezembro de 1813, e já em 1836 é criada a comarca. Os municípios têm como sua data magna a data de sua emancipação política, assim acontece com quase a unanimidade dos municípios brasileiros. Esse equívoco criado com a comemoração de 04 de fevereiro de 1879 (elevação à cidade) cria um erro histórico, pois a simples elevação à cidade não corresponde a um ato maior que é o da emancipação política.
Anteriormente, pela Lei Municipal 1.377 de 17/05/1968, tínhamos 10 de março como data magna, mantida pela Lei Municipal 1.457 de 15/07/1970. O equívoco acontece a partir da Lei 1.667 de 24/07/1975, que implanta a distorção histórica. Daí a comemoração em 1979 do Centenário de Garanhuns (de elevação à cidade), mas naquele momento já nos aproximávamos dos 168 anos de emancipação! Um detalhe, sendo um dos municípios mais antigos do Estado, Garanhuns não poderia ter menos tempo de vida política que Águas Belas (1871), Caruaru (1857), Bezerros (1881) e tantas outras, que não passavam de arruados quando Garanhuns já estava estabelecida.
Importante: no mesmo ano de 1811 a Capela de Santo Antonio (a Freguesia é de 1786!) “foi reconstruída e transformada na Igreja Matriz de Santo Antonio”, escreve João de Deus de Oliveira Dias, na obra seminal A Terra dos Garanhuns (pág. 126, Garanhuns, 1954). Os limites de Garanhuns em 1811 foram publicados no “Almanaque de Garanhuns – nº1”, páginas 187/195, por Ruber van der Linden em 1936.
Imbuídos desse amor pela História dessa Terra das Sete Colinas, é que estamos, junto com outros e outras garanhuenses nos propondo a criar o Instituto Histórico e Geográfico de Garanhuns, buscando pela preservação da memória material e imaterial do município, suprir a lacuna de tanto descaso pela nossa histórica cidade. Parabéns Garanhuns, pelos 201 anos de emancipação política, o nosso presente será a luta do Instituto Garanhuns, para honrar seu passado, seu presente e seu futuro!
Audálio Machado Filho (Sócio Fundador do Instituto Garanhuns), em 10 de março de 2012. 

sexta-feira, 9 de março de 2012

Hino de Garanhuns - PE - 10/03/2012 - 201 ANOS DE EMANCIPAÇÃO!

GARANHUNS, 201 anos - 10/03/2012


GARANHUNS, 10 de março de 1811 / 10 de março de 2012 - 201 anos de Emancipação Política. O INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE GARANHUNS, parabeniza todos os que fizeram nosso município ser um dos mais importantes do Nordeste do Brasil, representados nesta postagem pelo atletas garanhuenses que tantas vezes têm levantado nossa bandeira em competições por todo o País.

quarta-feira, 7 de março de 2012

GOLPE PARA ELEGER ANTÔNIO JOÃO EM GARANHUNS



GOLPE PARA ELEGER ANTÔNIO JOÃO EM GARANHUNS


http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=O8guz5X7mpk



SOBRE GUERRAS, TRINCHEIRAS E RESISTÊNCIA À INVASORES VEJAM TAMBÉM:


"O odor fétido nos penetra garganta adentro ao chegar-mos na nossa nova trincheira, a direita dos Éparges. Cho ve torrencialmente e nos protegemos com o que tem de lonas e tendas de campanha afiançadas nos muros da trinceira. Ao amanhecer do dia seguinte constatamos estarrecidos que nossas trincheiras estavam feitas sobre um montão de cadáveres e que as lonas que nossos pre-decessores haviam colocado estavam para ocultar da vis-ta os corpos e restos humanos que ali haviam." - memó- rias do veterano Raymond Naegelen, que lutou na região de Champagne.

No ano de 1915, os franceses (na Champanha) e os ingle ses (em Ypres) tentam inutilmente romper as linhas ale-mãs. A guerra havia chegado a um impasse, pois ambos
os lados eram suficientemente fortes para não serem derrotados. Devido as características da guerra de trin-cheiras, o elemento tático que um ataque de surpresa proporciona, tornou-se inoperante. A necessidade de concentrar fogo de artilharia durante dias inteiros para poder abalar as primeiras linhas do inimigo, alertava es-te da iminência do ataque. Deslocava então suas forças para a região ameaçada e terminava por deter a ofen-siva. 
No primeiro semestre de 1916 (21 de fevereiro/21 de julho) foi a vez dos alemães tentarem romper com as fortificações francesas em torno de Verdun. Comandados por Falkenhayn, lançaram-se com uma cobertura menor de artilharia que a usualmente utilizada. Os franceses conseguiram deter o poderoso ataque. Em pouco mais de cinco meses, os alemães tiveram baixas de 336 mil soldados enquanto seus inimigos, 362 mil. Foi a mais sangrenta batalha da Primeira Guerra Mundial, tornando célebre a determinação da infantaria gaulesa - "NE PASSERON PAS"; eles não passarão!


http://www.luftwaffe39-45.historia.nom.br/iguerra.htm

Desoladora vista de uma trincheira inglesa.